sexta-feira, 10 de maio de 2013

Hackers criaram cartões sem limites para fazer mais de 40 mil saques



Promotores norte-americanos acusaram nesta quinta-feira (9) oito pessoas de envolvimento em um esquema que teria gerado prejuízos de US$ 45 milhões (cerca de R$ 90 milhões) para dois bancos do Oriente Médio.

O texto da acusação revela como a fraude foi realizada. Diferentemente de golpes comuns de clonagem de cartões, que roubam valores reduzidos de cada um, os hackers usaram apenas 17 contas, que foram transformadas em "contas sem limite" com a invasão de duas empresas responsáveis pela aprovação dos pagamentos.

Membros da quadrilha em 27 países receberam os dados de cartões de débito pré-pagos MasterCard, realizando mais de 40 mil operações de saques em caixas eletrônicos, cujos valores somam os US$ 45 milhões. Os oito acusados teriam sacado US$ 2,8 milhões do total (cerca de R$ 5,6 milhões) na região de Nova York.
O nome das empresas responsáveis pelo processamento e aprovação dos pagamentos não foi revelado. Segundo a denúncia, uma delas fica na Índia e foi invadida em dezembro de 2012. A outra empresa fica nos Estados Unidos e sofreu o ataque em fevereiro deste ano.

Os hackers alteraram as contas nos sistemas dessas empresas, deixando os cartões que seriam utilizados na fraude sem limite configurado. Com isso, o sistema não rejeitou nenhuma das operações.
Os cartões foram emitidos por dois bancos: o Bank of Muscat, de Omã, e o Banco Nacional de Ras Al Khaimah PSC (RAKBANK), dos Emirados Árabes Unidos. De acordo com a acusação, "outras empresas" também foram invadidas nos Estados Unidos e outros países, mas nenhum nome foi revelado.

Matéria completa no portal G1

Comentário

Para evitar a invasão de hackers no sistema das empresas, a segurança digital tem que ser reforçada. Muitos casos de roubo no mundo virtual vem sendo mostrado; não só as empresas tem que tomar cuidados, mas também a população que divulga seus dados de banco em sites de compras e em outros lugares.

Michael Taguchi


Conexões 4G no mundo

As conexões 4G (quarta geração de telefonia móvel) atinge 100 milhões de conexões no mundo, hoje existe 163 redes em operação em 70 países, mas a previsão é que em 2017 a rede chegue em 120 países, subindo para 400 o número de redes. Com o crescimento desse número se espera 900 milhões de conexões em 2017.


O crescimento das conexões são maiores na Austrália, Canadá, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos, concentrando 90% da tecnologia 4G.


No Brasil as redes 4G chegam para cobrir 50% da área urbana das cidades-sede da Copa das Confederações, algumas operadoras já possuem planos de internet móvel 4G.

Comentário

A nova tecnologia chega no Brasil muito tempo depois do que em outros países, na minha opinião ainda não será uma conexão para todos, vai precisar se expandir muito pelo Brasil. Sendo uma tecnologia que facilitará a conexão móvel no país. Pois a conexão 3G já não está suportando tantos acessos à rede, tornando uma navegação lenta e congestionada. 

Michael Taguchi

Petições virtuais crescem no Brasil

A petições agora são assinadas pela internet, por ser muito mais rápido e fácil as pessoas preferem divulgar sua causa pela rede virtual. Os números de abaixo-assinados virtuais ultrapassaram as de outros países como França, Espanha e Estados Unidos.
Plataforma de petições Avaaz.

As petições online não têm o reconhecimento oficial, previsto por lei, como nos abaixo-assinados tradicionais permitindo que sejam submetidos à apreciação de instâncias do Legislativo.

O grande problema é falta de uma documentação que possa certificar a veracidade daquela assinatura, pois um clique não é reconhecido por lei. A impossibilidade de garantir a autenticidade e a ocorrência de duplicidade das assinaturas é outro fator negativo. Uma maneira de para evitar fraudes seria a emissão de um certificado digital. 

Algumas pessoas criticam essa nova maneira de petição, alegando que estamos perdendo o tradicionalismo.

Comentário

A internet se torna cada vez mais acessível no Brasil, possibilitando grandes mobilizações virtuais, isso acaba ajudando, por ser uma ferramenta rápida e de grande divulgação. Para chegar em outros estados do Brasil fica muito mais fácil do que enviar uma petição tradicional. Mesmo tendo alguns problemas de verificação de assinaturas e fraudes, essa nova plataforma é uma grande forma de ajudar a população em seus protestos.

Michael Taguchi




Joe Gould

O livro "O Segredo de Joe Gould" narra a história de um homem que vive na rua procurando histórias de pessoas que encontra pela cidade, com o objetivo de escrever um livro chamado "História oral do nosso tempo", onde narra tudo que escuta pela cidade de Nova York, o jornalista Joseph Mitchell começa a pesquisar sobre a história de Joe Gould, e depois publica nas páginas da revista The New Yorker o perfil de Joe.
Joseph Mitchell


No final do livro se descobre o grande segredo de Joe Gould em relação ao livro que ele dizia ser o livro mais longo da história do mundo. Depois de Joe falecer todos começaram a procurar pela obra para tentar publicar, porém Mitchell desconfiava que a obra nunca existiu na verdade, apenas na mente de Joe.


Joe Gould ficou conhecido por ser um boêmio que vivia pelo bairro Greenwich Village, e também pelas histórias que contava para todas as pessoas, dormia nas ruas, albergues, pensões baratas, guardava vários cadernos nas casas dos amigos. Esses cadernos tinham sempre os mesmos relatos, nunca se encontrava uma história diferente, contava sempre sobre a vida de Joe e sua família.

Comentário

O livro nos faz refletir que as principais histórias nem sempre estão em grandes fontes, e talvez encontramos grandes histórias de pessoas que nem todos dão atenção. Também nos faz pensar que as pessoas acreditam muito em uma boa história, pois mesmo sem realmente ler o livro de Joe Gould as pessoas acreditavam na existência do maior livro já escrito no mundo.

Michael Taguchi.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Sandra Annenberg se emociona com reportagem sobre usuários de crack


Nesta quinta-feira (9/5), o “Jornal Hoje” exibiu uma matéria sobre parentes de viciados em crack que saem às ruas à procura de filhos, irmãos e mães que abandonaram suas famílias por causa das drogas. Sandra Annenberg, âncora do telejornal, chegou a se emocionar com a reportagem.

No fim da exibição, a jornalista admitiu ter chorando quando assistiu ao vídeo pela primeira vez. “Eu quero compartilhar com você que quando eu assisti a essa reportagem aqui na redação, eu chorei. Chorei muito.”

“Eu precisei sair, respirar, tomar uma água”, acrescentou. “Nós sempre mostramos os viciados de longe, nós sempre vemos as famílias falando dos seus também de longe, mas hoje nós vimos o contato sendo feito, o momento do encontro. É chocante ver o que a droga faz com uma pessoa, com uma família.”

De acordo com a reportagem, em Minas Gerais, de cada cem pessoas desaparecidas, 18 são usuárias de drogas.


Fonte: Portal Imprensa

Comentário: A jornalista, Sandra Annenberg, mostra que tem vezes na profissão de jornalista que é difícil controlar à emoção diante de assuntos de comoção social. Mostra que além de ótima profissional, Sandra também sente na pele os males deste mundo.

Por Thaís Raposo dos Santos.

Projeto que prevê multa para dono do carro com som alto em SP é aprovado


A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na quarta-feira (08), em caráter definitivo, um projeto que prevê multa de R$ 1 mil para carros ou pessoas com equipamentos que emitam som alto depois das 22h nas ruas da cidade. O valor pode duplicar em caso de reincidência e até quadruplicar na terceira infração. Agora, para a regra virar lei, falta apenas a sanção do prefeito Fernando Haddad (PT), que vai avaliar se a medida é aplicável ou não.

O limite previsto no projeto para que um som seja classificado como alto é de 50 decibéis - som mais baixo do que uma conversa normal entre duas pessoas, mas que, segundo os vereadores, é acima do limite considerado prejudicial para o organismo humano. Os autores do projeto são Antonio Carlos Rodrigues (PR), Dalton Silvano (PV) e Coronel Camilo (PSD).
Na justificativa, eles afirmaram que escutar som alto na rua configura comportamento "condenável" que cria polos de atração para "uso de entorpecentes" e "bagunça generalizada", quando não "descamba para a violência e para a corrupção de jovens e adolescentes."
O foco da medida é tentar impedir cenas como as vistas em postos de gasolina que viram pontos de aquecimento para balada ou carros com som alto estacionados na frente de casas noturnas.
Fonte: IG
Comentário: As noites paulistanas estão cada vez mais barulhentas. Seja por um carro rodeado de pessoas ouvindo e dançando funk, seja por festas que terminam só quando começa a amanhecer. A lei é extremamente importante e necessária para garantir maior qualidade de vida aos moradores da capital paulista.
Por Thaís Raposo dos Santos.

Enem vai exigir maior domínio da língua culta


Um dia depois de o Ministério da Educação (MEC) anunciar regras mais rígidas para a correção das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Luís Claudio Costa, disse que as mudanças vão exigir maior domínio da língua portuguesa.

O presidente do Inep - órgão responsável pelo Enem – participou na manhã desta quinta-feira de audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados sobre os critérios de correção da prova.
Costa afirmou que o cumprimento das normas da língua portuguesa sempre foi exigido no Enem, no entanto, editais anteriores admitiam erros, desde que não fossem repetidos e que, no geral, o aluno não fugisse ao tema. Agora, com as novas regras, erros de português só serão aceitos se justificados. E inserções de trechos que nada têm a ver com o tema vão anular a redação.
Neste ano, a imprensa noticiou o caso de um texto que trazia uma receita de macarrão instantâneo. Embora o tema fosse o movimento imigratório para o Brasil no século 21, essa redação recebeu 560 pontos (de um total de 1 mil). Outra polêmica envolveu redações com erros de português que receberam a pontuação máxima.
Costa, no entanto, disse que os casos divulgados pela imprensa foram seis num universo de 4 milhões e mostraram que o sistema de correção funciona, já que as redações que tinham deboche tiraram nota baixa.
Em outubro, mais de 6 milhões de estudantes devem fazer a prova do Enem. As inscrições começam semana na segunda-feira.
Fonte: Terra
Comentário: Após tantos protestos dos estudantes, o Enem parece querer melhorar a situação e exigir uma linguagem mais culta. Depois do caso da redação que falava sobre o modo de preparo de um macarrão instantâneo, e que conseguiu 560 pontos, algo tinha que mudar. Espero que agora os responsáveis pelo Enem acordem e percebam que todos os anos alunos empenhados e que estudam incansavelmente merecem maior valorização.
Por Thaís Raposo dos Santos.