terça-feira, 14 de maio de 2013

08/05/2013 05h30 - Atualizado em 08/05/2013 05h30 Só 6% das pessoas enviam cartão-postal quando viajam, diz pesquisa


Redes sociais e SMS são os meios mais utilizados para se comunicar.
Enquete foi feita por site com 1.500 viajantes de vários países.



Hábito de enviar cartão-postal está se extinguindo (Foto: Lars Halbauer/DPA/AFP)

No tempo das redes sociais, o hábito de enviar cartões-postais ao viajar parece estar minguando.

Uma pesquisa com 1.500 pessoas de vários países mostrou que apenas 6% têm esse costume quando viajam.

Segundo o estudo, feito pelo buscador de passagens aéreas Skyscanner, as redes sociais são a maneira mais popular entre viajantes para se comunicar com amigos e parentes: 28% dos entrevistados disseram usar o Facebook ou Twitter com esse propósito.

Mensagens de texto (SMS) vêm em segundo lugar, com 24%, seguido pelo telefone, com 14%.

Outros 14% disseram que não se comunicam quando estão viajando e mais 9% afirmaram usar o Skype.

Metade dos viajantes que usam o Facebook em viagens afirma que entra na rede social quase diariamente, 11% o fazem uma vez por semana e 4% dizem que checam as atualizações várias vezes ao dia.

Site: http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/05/so-6-das-pessoas-enviam-cartao-postal-quando-viajam-diz-pesquisa.html

Comentário

Com as novas mídias sociais as pessoas perderam o antigo hábito de enviar um cartão-postal e/ou carta, a demora para chegar um postal é muito grande comparado com o tempo de enviar uma foto pela internet, fazendo com que a sociedade esqueça de algumas tradições antigas, perdendo nossa identidade cultural. 

Michael Taguchi

Parque de Harry Potter terá expansão inspirada em rua comercial de bruxos

Atração em Orlando vai ganhar nova área temática do 'Beco Diagonal'.
Construção já começou e abertura está prevista para 2014.




Projeto mostra o Beco Diagonal, nova atração do parque O Mundo Mágico de Harry Potter, em Orlando (Foto: Divulgação/Universal Orlando)


O parque “O Mundo Mágico de Harry Potter”, na Flórida, anunciou nesta quarta-feira (8) que vai ganhar uma nova área.


A atração, que faz parte do parque Universal Orlando, vai recriar o “Beco Diagonal” – rua que funciona como centro comercial para bruxos na famosa história criada pela escritora J.K. Rowling.


A nova área já começou a ser construída e deve ser inaugurada em 2014.


O parque não divulgou detalhes sobre as novas atrações – apenas que uma delas será baseada no banco Gringotes – , mas disse que estão sendo idealizadas com a ajuda dos estúdios da Warner Bros e da equipe de design da produção dos filmes de Harry Potter.A expansão também terá suas próprias lojas e um restaurante.


Atualmente, “O Mundo Mágico de Harry Potter” já reproduz o ambiente do Castelo de Hogwarts e do vilarejo de Hogsmeade.
Para se deslocar entre a nova área e as já existentes, os visitantes poderão pegar um trem chamado Expresso Hogwarts, como na história original.


Comentário

O Parque Universal de Orlando transforma o filme Harry Potter em um sonho possível, com o parque temático podemos nos sentir como parte dos filmes e livros, além de poder comprar um souvenir para guardar de lembrança. Várias pessoas sonham em viajar para Orlando só para ir ao parque e realizar um sonho. E não são crianças apenas que tem esse sonho, mas também muitos jovens e adultos.

Michael Taguchi


Confira a lista de convocados da seleção para a Copa das Confederações

Na manhã desta terça-feira, o técnico Luis Felipe Scolari anunciou a lista dos convocados para defender a camisa da seleção na Copa das Confederações, que acontece de 15 a 30 de julho. A lista provocou grande surpresa, ao trazer o nome de Bernard, meia do Atlético-MG, e por deixar de fora os veteranos Ronaldinho gaúcho, também do Atlético-MG, e de Kaká do Rea Madrid. Felipão havia assumido que ambos estavam sendo testados para que um deles fossem à Copa das Confederações. No fim das contas, nenhum foi convocando, deixando Neymar como o astro principal do grupo. 

Confira abaixo a lista de convocados:



Goleiros: Júlio Cesar (Queen Park Rangers), Diego Cavalieri (Fluminense) e Jefferson (Botafogo)
Zagueiros: Thiago Silva (PSG), Rever (Atlético-MG), David Luiz (Chelsea) e Dante (Bayern)
Laterais: Daniel Alves (Barcelona), Jean (Fluminense), Marcelo (Real Madrid) e Filipe Luís (Atlético de Madrid)
Volantes: Fernando (Grêmio), Hernanes (Lazio), Luiz Gustavo (Bayern), Paulinho (Corinthians)
Meias: Jadson (São Paulo), Oscar (Chelsea) e Lucas (Paris Saint-Germain)
Atacantes: Hulk (Zenit), Bernard (Atlético-MG), Leandro Damião (Inter), Fred (Fluminense) e Neymar (Santos) 

'Mães mochileiras' levam filhos para viagens de aventura pelo mundo

Da esq. para a dir.: Fabiana Guimaro com Amelie, Cláudia Pegoraro com Felipe e Ana Amaral com Enzo; elas viajam de mochilão com os filhos pequenos (Foto: Arquivo pessoal/Fabiana Guimaro, Cláudia Pegoraro e Ana Amaral)

Elas estão acostumadas a sair pelo mundo com a mochila nas costas, percorrendo destinos exóticos, dormindo em campings ou albergues da juventude, comendo na rua e fazendo passeios culturais ou trilhas de ecoturismo. Quando os filhos nasceram, resolveram não abrir mão desse estilo de vida e transformaram os pequenos em companheiros de aventuras.
Junto com as suas “mães mochileiras”, Felipe, de três anos, Amelie, de um ano e meio, e Enzo, de sete anos, viajam nesse esquema desde bebês.
Os destinos que eles já conheceram vão desde os vizinhos Argentina, Peru e Chile até os mais distantes Aruba, Nova Zelândia, China, Índia, Rússia e Laos. Conheça as histórias dessas três famílias viajantes.

Claudia Pegoraro nas viagens com o filho Felipe;
de cima para baixo: Colômbia, Rússia, Nova
Zelândia, Mongólia, Indonésia, Austrália e Mongólia
(Foto: Arquivo pessoal/Cláudia Pegoraro)
3 anos de idade, 26 países
Felipe tem apenas três anos, mas muitas histórias na bagagem.
Aos 11 meses, ele deu seus primeiros passos em um museu de Bogotá, na Colômbia.
O menino passou o aniversário de 2 anos dentro de um trem na ferrovia Transmongoliana, que vai da Rússia à China. Aprendeu a cumprimentar falando "ni hao" na China e “namastê” no Nepal. Andou de elefante na Tailândia e no Laos e de riquixá na Índia. Deu comida para girafas na Nova Zelândia e brincou com crianças nômades na Mongólia.
Ao todo, ele acompanhou os pais, a promotora de justiça Cláudia Pegoraro, de 36 anos, e o policial rodoviário federal Marlon Pegoraro, de 37 anos, para 26 países. As aventuras das viagens em família são contadas no blog "Felipe, o Pequeno Viajante".
Felipe fez a primeira viagem com apenas 15 dias de idade. Foi para o Uruguai, que faz divisa com a cidade onde a família mora, Jaguarão, no Rio Grande do Sul.
Quando completou 3 meses, acompanhou os pais em uma viagem de carro de 20 dias pelos Estados Unidos e pelo Canadá. “Foi uma ótima forma de começar. Uma viagem fácil de fazer, para um país civilizado, que tem tudo o que a gente precisa”, diz Cláudia.
Depois disso, diz ela, Felipe “ganhou o mundo”.
Antes de completar 2 anos, foi com os pais para uma jornada de cinco meses pela Ásia, cruzando a ferrovia Transmongoliana. No roteiro, países como Rússia, Birmânia, Mongólia, China, Laos, Tailândia, Cingapura, Malásia e Índia.
A ideia era seguir viagem enquanto estivesse bom para Felipe, e voltar se houvesse qualquer problema, o que não aconteceu. “Quando vimos, já estávamos na Indonésia e era hora de voltar”, diz a mãe do garoto.
Eles se hospedavam em albergues e colocavam a bagagem do filho nas mochilas de ambos. “É ideal viajar de mochila porque você fica com a mão livre para segurar a criança, empurrar o carrinho, subir no metrô. Imagina fazer isso com mala”, diz Cláudia.
Para não cansar Felipe, os pais incluíam paradas em pracinhas e zoológicos no meio dos passeios turísticos.
Apesar de abrir mão de alguns programas, Cláudia diz que levar o filho foi uma ótima experiência. “Quando você viaja com criança, as pessoas se abrem muito mais. Você convive mais com os locais, ganha logo a confiança. Fora que fura muitas filas no aeroporto”, conta, rindo.
No ano passado, o casal alugou um motor home e passou 40 dias viajando com Felipe pela Austrália e pela Nova Zelândia. Os próximos planos são levá-lo para esquiar em Ushuaia, conhecer a África e fazer uma grande viagem pelos Balcãs, visitando destinos como Kosovo, Sarajevo e Macedônia. “Tenho até medo de que, quando ele crescer, se sature de tanto viajar”, diz Cláudia.
De mochila pela América do Sul
O nome bem-humorado do blog da fotógrafa Ana Amaral, 32 anos, diz tudo: “Mãe Mochileira, Filho Malinha”. Desde que tinha 3 anos, Enzo, o “filho malinha”, acompanha Ana e o marido nas aventuras pelo Brasil e pela América do Sul.
Sua primeira “mochilada”, como define a mãe, foi para o Chile e a Argentina. Ele também já acompanhou os pais ao Peru e para várias praias, principalmente no Rio Grande do Norte, onde moram.
Hoje, aos 7 anos, Enzo é escoteiro e tem sua própria mochila, que leva como bagagem de mão no avião.
Os três costumam acampar ou ficar em albergues da juventude. “Gosto muito porque permite mais interação. Em um hotel, a família fica mais isolada, toma café da manhã sozinha, não cumprimenta ninguém”, diz Ana.
A diferença é que agora o casal deixou de lado os dormitórios coletivos com banheiro compartilhado e só fica em quarto privativo e com banheiro próprio.
Programas escolhidos especialmente para agradar ao filho foram incluídos nas viagens. Na Argentina, por exemplo, o show de tango foi substituído por uma visita ao "Museo de los Niños" (Museu das crianças). No Chile, a família foi a um zoológico, e em Lima, a uma ilha de pinguins.
Mas certas coisas não mudaram. “A gente não fecha nenhum roteiro, não faz agenda. E também não me preocupo muito em manter a mesma rotina, horário de dormir, de comer. É uma situação diferente, atípica, então eu libero algumas coisas”, diz Ana.
Ela também tenta apresentar ao filho a cultura local. “A gente costuma fazer o jantar no hotel, com coisas às quais ele está habituado, mas durante o dia tentamos comer a comida do lugar. Nem sempre ele gosta, mas tento que ele experimente”, diz.
Ana Amaral com o filho Enzo em Buenos Aires
(Foto: Arquivo pessoal/Ana Amaral)

Ana diz que, quando começou a viajar com o filho nesse esquema, as pessoas estranhavam. “Elas acham que ele iria atrapalhar e não iria se lembrar de nada depois, mas não é verdade.”
Para ela, a mentalidade dos brasileiros está começando a mudar. “Uns anos atrás, viajar assim era algo bem europeu. Lá você vê pai com bebê de colo amarrado na mochila. Mas agora o brasileiro está acordando para isso e vendo que não precisa deixar a criança em casa para viajar, mesmo que seja de mochila.”
A próxima viagem deve ser para a Bolívia, mas a família está se estruturando um pouco mais para não passar aperto “no meio do nada”. “Na verdade, o pai se preocupa mais do que eu. Ele é mais racional. Se deixar, eu levo o Enzo pra tudo que é lugar”, afirma Ana.
Na mochila da mamãe
Viajante experiente, a engenheira química Fabiana Guimaro, de 31 anos, adicionou recentemente um item à mochila: a pequena Amelie.
Fabiana e o marido, Eder Rezende, de 39 anos, compraram uma mochila semelhante à que usam para carregar a bagagem – e que já os acompanhou em uma volta ao mundo de 2008 a 2010 – especialmente adaptada para levar crianças.
Amelie, filha de Fabiana Guimaro, na mochila
(Foto: Aqruivo pessoal/Fabiana Guimaro)

A caçula desta reportagem, que tem menos de um ano e meio, viaja com os pais desde os dois meses.
Ela já passou o Carnaval no Espírito Santo, passeou nas praias de Ubatuba (SP), São Miguel do Gostoso (RN) e Aruba (no Caribe) e fez turismo ecológico em Brotas (SP), onde ficou hospedada em um albergue da juventude – os pais queriam acampar, mas choveu e preferiram uma opção mais confortável.
Depois que Amelie nasceu, Fabiana fez algumas adaptações na rotina de mochileira. Incluiu programas infantis no roteiro e observa a disposição da filha. "Tem que respeitar o limite da criança. Não adianta querer levar para passear se ela estiver morrendo de sono", diz.
Mas a mochileira consegue manter muitas das atividades que sempre curtiu. Fazer trilhas e ir a cachoeiras, por exemplo. “A mochila é tão confortável que dá para caminhar uma ou duas horas seguidas. Ela até dorme”, diz ela, que conta as aventuras da família no blog "Quatro Cantos do Mundo".
Para Fabiana, “são os filhos que se adaptam aos pais, e não o contrário”. E ela garante que Amelie curte as experiências.
“Ela gosta. Quando vê a cadeirinha, já pede para entrar porque sabe que vai sair para passear. E ela fica tranquila no avião, mesmo em um voo mais longo”, afirma.
O próximo destino da família é Pirenópolis, em Goiás. Eles também querem viajar por 30 dias pelo interior da Austrália no fim do ano e, no futuro, pretendem fazer outra volta ao mundo com Amelie.
“Isso quando ela tiver uns 8 ou 10 anos de idade, para poder entender e curtir mais. Ela vai ter que ficar um tempo fora da escola, mas vai aprender tantas outras coisas diferentes que vale a pena”, diz Fabiana.

Site:http://g1.globo.com/dia-das-maes/2013/noticia/2013/05/maes-mochileiras-levam-filhos-para-aventuras.html

Comentário

Interessante levar o filho desde bebê para vivenciar várias experiências, crescendo viajando pelo mundo as crianças acabam aprendendo culturas diferentes da sua, experimentando outros modos de viver. Mesmo sendo uma maneira radical de viver é uma forma diferente de educar.

Michael Taguchi

37 anos de Breakout

Assim como fez com pac man o Google deu um jeito de rodar Breakout em flash aí no seu computador. É só dar uma busca por “Atari Breakout” no Google Imagens e pronto, todas as fotos que compõem o resultado se tornam os tijolinhos que devem ser dizimados por sua bolinha metálica.

O Google é famoso pelas brincadeiras que faz em sua página em dias especiais. O homenageado da vez é Breakout, clássico da Atari que chegou aos arcades em 1976 e, portanto, completa 37 anos em 2013.Breakout fez tanto sucesso que ganhou versões para praticamente todos os consoles que chegaram à indústria após seu lançamento, seja por ports (adaptações) ou por versões atualizadas.

Virada Cultural de SP terá festival de games criados no Brasil


A Virada Cultural 2013 terá 24 horas de eventos em 120 locais na cidade de São Paulo no final de semana do sábado (18) e domingo (19). Para os fãs de videogame, uma mostra chamada Festival Games Brasil trará diversos jogos eletrônicos feitos no Brasil como "Dungeon Land", "Toren", "Knights of Pen and Paper", "Oniken" e Mr. Bree".
Mr. Bree' (foto) é um dos jogos brasileiros que
estarão na exposição do MIS
(Foto: Divulgação/Tawstudio)
Esta é a primeira vez que o festival de jogos brasileiros é realizado.
Os games estarão disponíveis para o público jogar no Museu da Imagem e do Som (MIS) a partir do sábado, das 10h às 16h - no domingo, o horário será o mesmo. Além deles, jogos de tabuleiro e de cartas poderão ser jogados no local.
Segundo o MIS, o acervo da exposição poderá ser jogada no local até o dia 2 de junho.

O evento é uma iniciativa da IGDA (International Game Developers Association), uma organização mundial de desenvolvedores de jogos, com patrocínio da Atrativa, subsidiária latino-americana da GameHouse, produtora de games casuais.
'Dungeon Land' é jogo brasileiro que estará na exposição do MIS, em São Paulo (Foto: Divulgação/Paradox)

Serviço
O que é: Festival Games Brasil
Quando: 18 e 19 de maio, das 10h às 16h; após o dia 19 de maio, no horário de funcionamento do MIS, que é de terças a sextas, das 12h às 22h e sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h.
Onde: no Museu da Imagem e do Som (MIS), na Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo.
Quanto: a entrada é gratuita.
O jogo brasileiro 'Oniken' estará no Festival Games Brasil, que ocorre na Virada Cultural (Foto: Divulgação/Desura)
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/games/noticia/2013/05/virada-cultural-de-sp-tera-festival-de-games-criados-no-brasil.html

Comentário

Ter um festival de games criados no Brasil na Virada Cultural é muito interessante, pois incentiva a produção dos jogos eletrônicos no país, mesmo não sendo iguais aos produzidos em outros países. O Brasil está crescendo em todos os segmentos, inclusive no tecnológico. A Virada é uma ótima forma de divulgar os trabalhos dos brasileiros no estado de São Paulo. 

Michael Taguchi




Pacientes denunciam falta de médicos em pronto socorro de Belém



Um aviso fixado na porta do Pronto Socorro Municipal (PSM) do Guamá, em Belém, informava que não haveria atendimento clínico no hospital durante a madrugada desta terça-feira (14). A situação deixou os pacientes indignados. Imagens gravadas por um celular mostram o papel fixado na porta de entrada do pronto socorro.
Segundo a vendedora Keuri de Almeida, acompanhante de um paciente do hospital, o aviso foi retirado depois que a equipe da TV Liberal chegou ao local. "Quando eu cheguei não tinha médico, vieram várias ambulâncias, pacientes mandaram embora porque não tinha médico. Tinham duas placas aqui na frente dizendo que só ia ter médico dia 14", conta.
O papel que estaria na porta do PSM informa que não haveria atendimento clínico das 19h de segunda-feira (13), até as 7h da manhã desta terça (14). O nome da coordenadora assistencial Ana Jacirema Oliveira aparece no informativo.
A dona de casa Marisa Viana não conseguiu um exame de raio-x para a filha, que precisava de atendimento. "Minha filha caiu, bateu o braço e não tem raio-x. O aparelho está esculhambado há 7 meses. Vou ter que procurar o pronto socorro da 14 de março", reclama.
Procurada pela equipe da TV Liberal, a recepção do hospital informou apenas que o problema com a falta de médicos já havia sido resolvido.
De acordo com a Secretari
a Municipal de Saúde de Belém (Sesma), os médicos do pronto socorro Mário Pinotti trabalharam normalmente. A Secretaria não sabe explicar por que a placa com o aviso de falta de médicos teria sido colocada pela servidora, e a denúncia deve ser investigada.
Fonte: G1.com
Comentário: Existem milhões de hospitais no Brasil, mas infelizmente nenhum chega a ter um nível bom de atendimento. Um país que se diz evoluído precisa de saúde e educação.