segunda-feira, 1 de abril de 2013

Estradas federais têm 108 mortes no feriado; MG concentra casos

Foto: Divulgação


As estradas federais registraram 108 mortes em decorrência de acidentes durante o feriado prolongado de Páscoa. O número é 10% menor do que os 120 óbitos registrados no mesmo período do ano passado.

A Operação Semana Santa começou a 0h de quinta-feira (28) e terminou a meia-noite de domingo (31). Nesses quatro dias, foram contabilizados 2.429 acidentes --9% menos que os 2.674 registrados em 2012-- e 1.371 pessoas feridas, o que corresponde a uma redução de 20% diante dos 1.721 feriado do ano passado.
Além disso, foram feitos 40.531 testes do bafômetro. Com isso, a polícia retirou de circulação 992 condutores que dirigiam sob influência de álcool, dos quais 332 foram presos por crime de trânsito.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a redução nos número de acidentes, mortes e feridos ocorre devido a intensificação da fiscalização nos 40 pontos considerados mais críticos. Ao término da operação desse feriado, o órgão pôde identificar novos pontos que deverão ter reforço na fiscalização nos próximos feriados.

O Estado de Minas foi o que concentrou o maior número de acidentes e de mortos. O Estado também é o que tem a maior extensão de rodovias federais.

No caso dos acidentes, os Estados com maiores índices fora Minas (348); Paraná (281); Santa Catarina (270); Rio e Rio Grande do Sul (193). Já o ranking de mais óbitos foi: Minas (23), seguido por Rio (12), Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná (7).
Os Estados que mais reduziram o número de mortos foram Santa Catarina (de 11 para 1), Pernambuco (11 para 3) e Paraná (de 17 para 7).

SÃO PAULO

As estradas estaduais de São Paulo também registraram queda no número de acidentes e mortes no feriado. No caso dos acidentes a redução foi de 1.035 para 867. Já as mortes caíram de 42, registrados no ano passado, para 22 neste ano.
Durante os quatro dias, houve 16.528 autuações por infrações de trânsito diversas em todo o Estado, principalmente por imprudência ao volante. Foram lavradas 442 autuações a motoristas que dirigiram sob o efeito de álcool --38,13% a mais que o mesmo período de 2012.

Fonte: Folha de S. Paulo - Cotidiano

Comentário: Como em todos os feriados e datas comemorativas, o número de acidentes é grande. O número de vítimas abaixou, mas ainda é preciso maior conscientização das pessoas para melhorar ainda mais.

Por Thaís Raposo dos Santos

quarta-feira, 27 de março de 2013

Mais que um estádio, uma vida



O Estádio do Pacaembu comemora em Abril 73 anos de histórias e emoções, um dos mais importantes estádios do estado de São Paulo, o Pacaembu já recebeu a visita do Papa Bento XVI em 2007, além de ter sido palco de grandes shows na cidade, como por exemplo, as bandas AC/DC, The Rolling Stones, Iron Maiden, entre outros festivais de importantes.

Considerado o maior estádio da América Latina na década de 40, o Pacaembu foi inaugurado no dia 27 de Abril de 1940 com a presença do presidente Getúlio Vargas e o prefeito Prestes Maia. No primeiro dia de inauguração houve o desfile dos atletas para o público na arquibancada.


O complexo poliesportivo do estádio recebe os cidadãos da região, onde é oferecido aulas em diversos esportes para incentivar a participação da população. O centro esportivo já realizou os Jogos Pan-americanos de 1963. Dentro do estádio também se encontra o museu do futebol, onde é contada a história do esporte desde sua chegada ao Brasil, no século XX.


O ex-jogador Basílio diz que o Pacaembu traz uma grande emoção para as pessoas, por ser um estádio grandioso.


A cidade de São Paulo parabeniza um dos mais importantes estádios do Brasil, que é tombado pelo CONDEPHAAT por ter um estilo Art Déco da década. Um ponto turístico para quem é fã do futebol.









Comentário:

O estádio do Pacaembu é um grande ponto turístico futebolístico da cidade, agora com a abertura do museu, a frequência de visitantes cresceu, pois conta a história do futebol desde do começo no país. Uma opção de lazer e diversão para as pessoas que residem no local, e até para pessoas de outras localidades.

Michael Taguchi

terça-feira, 26 de março de 2013

Músicos do Green Day são substituídos por bonecos de Lego em clipe de "She"

O clipe de "She", um dos maiores hits do Green Day, foi transformado em animação com bonecos de Lego substituindo os integrantes da banda.
Criado pelo software de animação Raptor 5120, o vídeo traz os brinquedos na pele de Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt e Tre Cool, em cenografia que remete ao álbum "American Idiot" (2004).
Ao fundo, estão as capas dos discos "Nimrod" (1997) e os recentes "¡Uno!" "¡Dos!" "¡Tré!", de 2012.


Fonte: Folha

Mario Quintana em dose dupla


 Editora Alfaguara relança duas obras do poeta gaúcho

Em comum entre as duas novas edições de Mário Quintana, organizadas por Ítalo Moriconi, há a frase: “Um relógio de parede numa velha fotografia – está parado?”. Em Caderno H, é um dentre os quase 300 aforismos e pequenas prosas impressas no jornal Correio do Povo. Em Esconderijos do tempo, serve de epígrafe autorreferente e dá o tom que permeia essa coleção de poemas, concretizada quando o autor tinha 74 anos: a saudade, a memória, a vida que passa depressa. Sem melancolia ou sentimentos nostálgicos, a obra de Quintana mantém-se atual três décadas após sua publicação, graças ao bom-humor e intuição certeira do autor sobre as pequenas reflexões cotidianas.


Fonte: http://revistacult.uol.com.br/home/2013/03/mario-quintana-em-dose-dupla/

segunda-feira, 25 de março de 2013

Joseph Mitchell e o Jornalismo Literário

Joseph Mitchell nasceu em 1908, na Carolina do Norte. Mudou-se para Nova York em 1929, um dia depois da “Quinta-Feira Negra”, do crash da Bolsa. Trabalhou em jornais, como o New York Herald Tribune até 1938, quando passou a integrar a redação da New Yorker. Trabalhou lá até o final da vida, em 1996.


Joseph Mitchell em 1989. (Anne Hall/The New Yorker)
Na edição da Companhia das Letras, o cineasta João Moreira Salles crava no posfácio: “Em carta à redação, o editor [Willian Shawn] que dedicara 57 anos a publicar uma das revistas mais extraordinárias do século passado escreveu: ‘Como disse um leitor, a New Yorker foi a mais gentil das revistas. Talvez tenha sido também a melhor, mas isso tem muito menos importância’. As palavras se aplicam a Mitchell. Talvez ele tenha sido o melhor de todos, porém o mais importante é que foi o mais gentil. Escreveu com imenso carinho [...]. Escrevia para que as coisas não morressem”.
“Joe Gould é um homenzinho alegre e macilento, conhecido em todas as lanchonetes, tabernas e botecos imundos do Greenwich Village há um quarto de século. Às vezes, ele se gaba de ser o último dos boêmios. ‘Os outros todos caíram fora’, explica. ‘Uns estão na cova, outros no hospício e alguns no ramo publicitário’. Sua vida não é nada fácil; três flagelos o atormentam: falta de tempo, fome e ressaca. [...] Tem 1,62 metro de altura e dificilmente pesa mais que 45 quilos. [...] ‘Nos Estados Unidos, sou a maior autoridade em privação’, garante. ‘Vivo de ar, autoestima, guimba de cigarro, café de caubói, sanduíche de ovo frito e ketchup”.
Joe Gould por Al Hirschfeld (Ilustração: The New Yorker)
Esse é o início do primeiro perfil sobre Joe Gould que Mitchell publica, em 1942: “O Professor Gaivota”. 22 anos depois, em 1964, o autor publica o segundo e derradeiro: “O Segredo de Joe Gould”.
Em resumo, os dois perfis contam a trajetória de Joseph Gould, boêmio-mendigo de NY, formado em Harvard e que prometia a todos escrever o livro mais extenso de toda a história, “que até o momento conta com mais de 9 milhões de palavras”, A História Oral de Nossa Época. Gould acreditava que a verdadeira história de uma nação se faz por meio das conversas e atitudes cotidianas das pessoas. “Repositório de tagalerice, uma coletânea de disparates, mexericos, embromações, baboseiras, despautérios”, segundo o próprio autor.
O hiato de 22 anos entre as duas publicações revela uma característica bastante inata de Mitchell: a demora para concluir seus artigos. Depois da publicação de “O Segredo de Joe Gould”, em 1964, Joseph Mitchell continuou a ir até a redação da New Yorker todos os dias, batendo sem parar na sua máquina de escrever, e todo mês recebendo seu salário modesto, até 1996, ano de sua morte. Porém, nunca mais publicou nada.

Jornalismo Literário

Jornalismo Literário é um estilo que une o texto jornalístico à literatura, com o objetivo de produzir reportagens mais profundas, amplas e detalhistas, com uma postura ética e humanizada. Este ramo do jornalismo foge do noticiário superficial, revela um universo que geralmente fica oculto nas entrelinhas das matérias cotidianas e apresenta um ponto de vista pessoal, autoral, sobre a realidade. Assim, pode-se afirmar que o Jornalismo Literário é uma mescla de Jornalismo, Literatura e História, praticado com responsabilidade e princípios morais. Ele pode ser expresso através de livros, filmes, programas de TV, artigos de jornais e revistas, meios virtuais, entre outros.

Esta especialidade é também chamada de literatura não-ficcional, literatura da realidade, jornalismo em profundidade, jornalismo diversional, reportagem-ensaio, jornalismo de autor. A subjetividade que a marca contrapõe-se à extrema objetividade do ‘lead’. Esta modalidade aparece na mídia no século XIX, em solo europeu. Na década de sessenta, no território norte-americano, destaca-se o exercício investigativo de Truman Capote, autor do livro-reportagem “A Sangue Frio”, no qual reconstitui detalhadamente um crime monstruoso ocorrido nos EUA, acentuando o perfil das vítimas e o caráter dos jovens criminosos.

No Brasil, tornou-se famosa a prática exercida pelos jornalistas da Revista Realidade e do Jornal da Tarde, que apostaram em um jornalismo que vai além das aparências e mergulha fundo nos fatos, gerando obras criativas, que exploram o lado autoral de cada jornalista, e ao mesmo tempo exigem destes profissionais o apuro na apresentação de dados minuciosos e a procura do ser humano por trás dos fatos objetivos.

A Revista Realidade foi uma das pioneiras desta modalidade jornalística no Brasil. Nascida em 1966, em pleno Grupo Abril, primava por reportagens muito bem produzidas, vindas à luz através de textos primorosos e atraentes. Ela foi inspirada no movimento corrente nos Estados Unidos entre os anos 60 e 70, o New Journalism, traduzido como Jornalismo Literário. Nomes de destaque brilharam nesta especialidade, além de Capote – Tom Wolfe, Gay Talese, Norman Mailer, Joseph Mitchel, entre outros. Esta prática do texto jornalístico mesclado com elementos da literatura também foi exercida quase involuntariamente por escritores talentosos como Euclides da Cunha, em sua obra-prima “Os Sertões”, João do Rio, jornalista e escritor, e o autor colombiano Gabriel García Márquez.

A liberdade temática propiciada pelo Jornalismo Literário continua a atrair jornalistas e leitores para esta modalidade, principalmente em momentos nos quais as pessoas procuram compreender mais profundamente os fatos ocorridos, ansiosas por vislumbrar as causas dos eventos que as afligem. Assim, em meio a um jornalismo cada vez mais sensacionalista e superficial, ainda viceja esta modalidade jornalística, principalmente na forma de livros, como os publicados pela editora Companhia das Letras, em uma coleção focada justamente no Jornalismo Literário nacional e internacional.

Fonte: Blog Biscoitos Sortidos e Info Escola. / Comentários no próprio texto.
Por Thaís Raposo dos Santos e Giovanna Arruda

Trama Virtual chega ao fim no próximo domingo



A Trama Virtual, primeira comunidade de bandas no País – e uma das primeiras do mundo – encerrará suas atividades no próximo domingo. O anúncio foi discreto. “Finalizamos o serviço por acharmos que cumprimos nossa missão. A repercussão nos mostra que encerramos no momento certo; pior seria terminar e ninguém perceber”, explica João Marcelo, dono da Trama, gravadora que concebeu e incubou a rede musical.

É o fim da história de um site que antecipou no Brasil o modelo que seria consagrado pelo MySpace e por dezenas de outros serviços que facilitaram o processo de publicação de músicas na internet.

A saída à francesa lembra o início da história. A Trama Virtual foi inaugurada em maio de 2004 sem nenhum barulho. “Colocamos no ar secretamente e avisamos poucas pessoas. Em três meses tínhamos 600 artistas”, conta o produtor musical Carlos Eduardo Miranda, que atormentava Bôscoli e seu sócio, André Szajman, para criarem o projeto.
A Trama Virtual era mais do que uma interface de publicação online para as bandas, define Miranda, o primeiro diretor do projeto. “Nosso diferencial era ser uma coisa muito humana, viva. Tinha festival, a gente estava lá cobrindo.Estávamos no olho do furacão, ligados no que estava acontecendo, até um emo a gente tinha na equipe”. Dagoberto Donato, editor-chefe do site por oito anos, via o “corpo a corpo com as bandas” como uma das chaves do sucesso. “Com a diminuição da equipe, o site talvez tenha diminuído esse trabalho”, diz.
Com sua cara de rede social de bandas, foi ali que surgiram fenômenos como o Cansei de Ser Sexy e a cena emo/ hardcore, impulsionada do site direto para as grandes gravadoras. “Na época, eu usava o Mp3.com, que era muito ruim, pago e lento. Aí me falaram da Trama. Postei lá, três semanas depois falaram que tinha uma parada e a gente estava em primeiro lugar”, lembra Adriano Cintra, ex-integrante do Cansei.
Mundo real. Em 2005, a banda foi parte da investida da Trama Virtual no universo dos discos físicos com a criação de um selo. Em sua primeira tiragem, o álbum do Cansei de Ser Sexy vinha acompanhado de um CD-r para que as pessoas gravassem o disco para um amigo. A Trama Virtual também se transformou em um programa de televisão e inovou com a criação do download remunerado, em que patrocinadores bancavam o que era baixado de graça pelos usuários.
Apesar da importância, os sinais do fim já eram claros. O site estava parado desde o fim de 2012 e já não mostrava o mesmo crescimento. Atualmente, são 78 mil bandas cadastradas. Quase o mesmo de 2008, quando o site tinha 70 mil artistas.
O conteúdo sairá do ar, explica Bôscoli. “O acervo é de propriedade dos artistas – somos apenas seu veículo. O que temos no site são cópias digitais das suas masters, publicadas pelos próprios artistas”, diz.
“Não dá nem para calcular o prejuízo com o fim da Trama Virtual. É como se deletassem quase 10 anos da história da música independente brasileira do dia pra noite”, reclama Livio Vilela, um dos fundadores do Fita Bruta, que criou com outros blogs uma lista de músicas que precisam ser baixadas antes do fim.
Muitos artistas têm raridades disponíveis só no site e ainda não sabem o que fazer. “Temos algumas demos e arquivos ao vivo em nosso perfil. Vamos ter de repensar isso”, diz Nevilton, um dos artistas que viu no site uma motivação para começar a gravar o seu material.
Miranda imagina que um fim ideal seria o acervo migrar para alguma instituição, como o Ministério da Cultura, por exemplo. “Isso deve ser muito complexo legalmente, meio inviável. Temos de deixar rolar”, diz ele, que completa: “temos que agradecer à Trama pela iniciativa, pelo que fizeram. É coisa de quem acredita na nossa música”
QUEM PASSOU POR LÁ
Autoramas  - A banda de rock se popularizou ali. São 16 discos no site, entre álbuns completos, demos e sessões ao vivo.
Vanguart - A banda de Cuiabá surgiu em 2002 e ganhou popularidade online – o sucesso veio em 2006, com ‘Semáforo’
O Teatro Mágico – A trupe que mistura artes cênicas e rock – e é entusiasta do compartilhamento na rede – tem três discos no site
Lulina - Há vários discos da delicada cantora recifense, inclusive o último, “Cristalina”, lançado em 2009
CSS - A banda foi a primeira a lançar um disco pelo selo Trama Virtual e fez sucesso – principalmente fora do País
Fresno - Antes de ir para a MTV, a banda gaúcha ocupou por muito tempo as paradas da Trama Virtual. Têm seis singles no arquivo
Móveis Coloniais de Acaju – A big band de ska saiu de Brasília e ganhou o País através da Trama Virtual. Subiram dois discos completos e vários singles
ParteUm - O rapper (que também trabalhou na Trama Virtual) está lá tanto no seu trabalho solo como no antigo grupo, Mzuri Sana
Dance of Days - São sucesso absoluto: eles têm as dez músicas emplacadas no ranking todos os tempos da Trama Virtual
Nevilton - A banda paranaense formada em 2007 aproveitou a Trama Virtual como plataforma para lançar EPs, singles e demos

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/o-fim-da-trama-virtual/
Comentário: Eu e outras muitas pessoas somos de uma geração que cresceu junto com a internet e que acompanhou suas mudanças logo que aconteciam, vimos o orkut nascer e morrer, etc. O site Trama Virtual não era só mais um mecanismo para juntar pessoas no mundo digital, ele reunia pessoas sim, mas também distribuía cultura. Você tinha acesso à músicas de pessoas do país inteiro com mil nuances e características diferentes, além de muitas vezes permitir o download gratuito das faixas disponibilizadas. Era uma fonte online de cultura como poucas. Aproveitarei esses últimos seis dias de atividade como nunca e aconselho que vocês façam o mesmo, nem que seja pra falar um dia para os seus filhos que vocês eram da época do Trama Virtual. http://tramavirtual.uol.com.br/
Giovanna Arruda

5º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão




O Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão é um concurso de pautas. Foi criado em 2009 com o objetivo de oferecer aos estudantes de jornalismo de todo o Brasil a oportunidade de desenvolver um trabalho prático e reflexivo desde o projeto até a realização final de uma reportagem. 

Tanto o processo quanto o produto são orientados por um professor da instituição de ensino do estudante e por um jornalista mentor designado pelo Instituto Vladimir Herzog, criador e organizador do Prêmio. 

A inscrição pode ser individual ou em equipe de até três estudantes, com a participação obrigatória de um professor na elaboração da proposta. São os próprios estudantes que definem a mídia para a qual o trabalho será produzido. 

Uma Comissão Julgadora - formada por conselheiros do Instituto Vladimir Herzog e jornalistas convidados - seleciona os três melhores projetos de pauta a partir de critérios como relevância, criatividade e exequibilidade. 

Inscrições  

Destinado a alunos de graduação regularmente matriculados em cursos de Comunicação Social / Jornalismo de instituições credenciadas pelo Ministério da Educação, o 5º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão recebe inscrições entre os dias11 de março e 20 de abril de 2013. 
É permitida a inscrição individual ou em grupos de até 3 (três) estudantes. Os membros de um grupo poderão ser alunos de semestres diferentes do curso mas da mesma instituição de ensino. Não é permitida a participação de alunos em mais de um grupo e somente será aceito um projeto de pauta por grupo. 
Os projetos de pauta deverão contar, obrigatoriamente, com a participação de um professor-orientador vinculado à instituição de ensino dos participantes. Este professor poderá apresentar até 3 (três) propostas de pauta, ou seja, orientar até 3 (três) grupos de estudantes.    
Projeto de pauta 
O estudante ou a equipe deverá apresentar projeto de pauta visando desenvolver um dos temas propostos com, no máximo, 7.000 caracteres, indicando para qual tipo de mídia a matéria será desenvolvida: Jornal,  Revista, Rádio, Televisão ou Internet. 
Temas propostos
a) Após uma década de políticas de ação afirmativa, o que os jovens negros, que ingressam no mercado de trabalho, contam sobre discriminação e superação?

b) 
Bullying – como se aprende a violar a dignidade humana 
Seleção 
O processo seletivo será realizado em duas etapas consecutivas. 
Na Etapa 1 será observada a compatibilidade dos trabalhos aos pressupostos estabelecidos no Regulamento com prévia avaliação qualitativa das propostas. 
Na Etapa 2, a Comissão Julgadora deverá  escolher três projetos de pauta a partir dos seguintes critérios:
•relevância da proposta no contexto do tema escohido;  
•criatividade na apresentação e desenvolvimento da proposta de pauta; 
•exequibilidade do projeto considerando seu cronograma de produção. 

Projetos selecionados   

Os projetos selecionados serão anunciados em junho de 2013.   
     
    Produção da matéria

Na fase de produção (julho a setembro de 2013), os grupos deverão elaborar a matéria apresentada no projeto de pauta selecionado. A matéria deverá ser elaborada pelo estudante ou equipe, sob a orientação do professor orientador apresentado no ato da inscrição e de um jornalista-mentor indicado pelo Instituto Vladimir Herzog. 

As matérias devem observar critérios científicos e profissionais na sua execução e o Código de Ética do Jornalista (editado pela Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ) revelando competência técnica e nível de conhecimento compatível com as exigências acadêmicas, do mercado de trabalho, e de acordo com a responsabilidade social do futuro profissional. 

O cronograma e os custos de produção da matéria deverão ser definidos na fase de apresentação da proposta de pauta, e sua aprovação é de responsabilidade do Instituto Vladimir Herzog. 

Entrega da matéria

A matéria final deverá ser entregue pelo estudante ou equipe até o dia 30 de setembro de 2013, acompanhada de um Resumo Executivo que descreva, detalhadamente, seu processo de produção, os desafios com os quais o grupo se deparou e de que forma foram resolvidos.  

A melhor matéria

Para eleger a melhor matéria produzida, os organizadores do Prêmio levarão em conta aspectos técnicos, profundidade de pesquisa do tema, qualidade dos materiais (imagens, som etc.) e originalidade no tratamento do tema. 

O estudante ou grupo vencedor será premiado com uma viagem de estudos para conhecer o Museu do Apartheid, em Joanesburgo, que conta a história cultural, política e social da África do Sul e do ex-presidente Nelson Mandela, relembrando os mais de 40 anos do regime de segregação racial que reprimiu e castigou cruelmente a comunidade negra sul-africana.

Informações adicionais  
Instituto Vladimir Herzog 
Tel 55 11 2894.6650 

Fonte: http://www.jovemjornalista.org.br/Premio_Jovem_Jornalista/Edicao_2013.html

Giovanna Arruda